No atual cenário corporativo, a Inteligência Artificial não é mais uma vantagem competitiva — ela é a base operacional mínima.
Enquanto o mercado corre para automatizar processos, os líderes que realmente entregam resultados exponenciais estão investindo no único ativo que a tecnologia não consegue replicar: a Inteligência Emocional (IE).
Recentemente, grandes instituições financeiras globais — conhecidas pelo alto rigor tecnológico — recalibraram seus programas de formação de executivos para focar em IE. O motivo? Onde a máquina processa dados, o líder precisa processar confiança, cultura e incerteza.
Por que a Inteligência Emocional é uma ferramenta de gestão de ativos?
Para um diretor ou empresário, a Inteligência Emocional não deve ser vista como uma “habilidade interpessoal”, mas como uma ferramenta de gestão estratégica. Líderes com alta IE impactam diretamente o P&L (Lucros e Perdas) da empresa ao:
O que a IA não substitui na sua mesa de decisão
A IA pode otimizar sua logística, prever demandas e redigir contratos. No entanto, ela falha miseravelmente em três pilares cruciais da alta gestão:
O Futuro do Trabalho segundo o Fórum Econômico Mundial
Não se trata de uma opinião isolada. O Fórum Econômico Mundial lista a Inteligência Emocional e a Escuta Ativa entre as três competências mais valorizadas para a próxima década. Para quem ocupa a cadeira da presidência ou diretoria, o recado é claro: quanto mais tecnologia houver na operação, mais humano deve ser o topo da pirâmide.
A pergunta para o Board não é mais “quanta IA temos”, mas sim “quão preparados emocionalmente estão os nossos líderes para gerir as pessoas que operam essa tecnologia?”.
Na Krypton BPO, acreditamos que a tecnologia deve servir às pessoas. Enquanto cuidamos da eficiência dos seus processos e da sua conformidade contábil, sua liderança ganha espaço para focar no que realmente importa: a gestão humana e o crescimento estratégico.
Escrito por equipe de comunicação da Krypton BPO – Fonte: Exame