A declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025) será o marco inicial de uma transição histórica no sistema tributário brasileiro.
Com a sanção da Reforma do IR no final de 2025, empresários e gestores precisam estar atentos a dois cronogramas distintos: as regras para a declaração atual e as mudanças de retenção que já começam agora em janeiro de 2026.
1. Calendário e Expectativas para 2026
Embora o edital oficial da Receita Federal ainda não tenha sido publicado, o mercado trabalha com as seguintes datas estimadas:
2. O Impacto Direto na Folha de Pagamento (Janeiro/2026)
Diferente da declaração anual, a retenção mensal já mudou. Desde 1º de janeiro de 2026, a nova faixa de isenção de até R$ 5.000,00 está em vigor.
3. Distribuição de Lucros e Dividendos: Fique Alerta
Este é o ponto de maior atenção para sócios e acionistas. A Reforma introduziu a tributação sobre dividendos:
4. O Novo Imposto Mínimo (IRPFM)
Para contribuintes de alta renda (faturamento/proventos acima de R$ 50 mil mensais ou R$ 600 mil anuais), a Reforma criou o Imposto de Renda Mínimo. Embora o efeito prático de ajuste ocorra na declaração de 2027, o controle desses rendimentos deve começar imediatamente em 2026 para evitar surpresas no caixa pessoal.
5. Resumo das Obrigatoriedades (Base 2025)
Devem declarar em 2026 aqueles que, em 2025:
Texto alterado pela equipe de comunicação da Krypton BPO – Fonte: Contabeis.com.br
Dica para o Gestor: A transição para as novas faixas de isenção pode ser usada como uma ferramenta de comunicação interna, destacando o aumento do salário líquido para boa parte dos colaboradores.
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