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Como o RH pode fortalecer a marca empregadora?

Como o RH pode fortalecer a marca empregadora?

7 de junho de 2021 / Consultoria / por Comunicação Krypton BPO

1 – Clareza na cultura organizacional

Em tempos de pandemia, no qual o trabalho a distância ganhou força e muitos colaboradores recém-contratados sequer conhecem pessoalmente seus colegas de empresa, é necessário ter ainda mais cuidado e clareza na definição da cultura organizacional do negócio.

“Quais são os valores e crenças de sua marca? A resposta dessa pergunta deve ser facilmente respondida tanto pelo RH e corpo diretivo, quanto por todos os funcionários. Além disso, ao realizar um processo seletivo, é importante apresentar essas informações desde a divulgação das vagas até o momento da entrevista, assim você atrai pessoas que contam com valores semelhantes, o que aumenta a satisfação e retenção dos mesmos”, diz Joana.

Uma vez que o chamado “modelo híbrido” do trabalho tende a ser realidade mesmo após o final da pandemia, não é incomum que algumas empresas precisem fazer alterações em sua cultura, se adequando às mudanças mercadológicas e sociais. Nesse processo, é importante contar com o apoio do RH.

2 – Bem-estar em alta

Há anos, novos benefícios e iniciativas de promoção do bem-estar começaram a ser implantados. Podemos citar como exemplos as empresas que oferecem ioga, práticas de mindfulness, convênio médico e psicológico, entre outras. E, em meio ao contexto da Covid-19, que segundo pesquisas aumentou os índices de depressão, tristeza e ansiedade dos profissionais brasileiros, é ainda mais essencial que o RH esteja próximo do colaborador oferecendo a ele suporte para lidar com o tão complicado momento.

“Cuide do bem-estar dos seus funcionários. Para que isso aconteça de forma leve e fácil, organize algumas iniciativas e coloque em prática. Não se esqueça de definir um cronograma de aplicação, sendo elas de curto, médio e longo prazo. Aqui o que vale é fazer a diferença e mostrar a todos que a preocupação com eles é essencial para o funcionamento como um todo”.

3 – Nova cara dos processos seletivos

Com a adesão em maior número dos processos seletivos digitais, a tecnologia se tornou ainda mais impactante no recrutamento & seleção. Um RH preparado para lidar com as inovações é capaz de agilizar ao máximo os processos mais exigentes, além, também, de aproveitar os recursos para fazer seleções com cada vez menos viés inconsciente e maior competitividade de talentos.

Joana acrescenta que “o tratamento dado às pessoas que estão participando de seu processo seletivo é fundamental para a reputação de sua corporação enquanto marca empregadora. Priorize sempre uma boa comunicação e principalmente, um bom fluxo de feedbacks”.

4 – De quem é o protagonismo? Dos colaboradores!

“Sem dúvidas eles são os maiores responsáveis por impulsionar a imagem da marca empregadora. Sabendo disso, não deixe de incentivá-los a serem protagonistas de todas as ações de divulgação, podendo inclusive, pensar em criar um Programa de Embaixadores da Marca. Mas lembre-se, esse processo não pode ser imposto, então busque a naturalidade”.

O RH, que sempre teve consigo o estereótipo de “porta da demissão”, hoje tem sua face renovada. Embora, claro, muitas vezes os Recursos Humanos precisem fazer o papel que ninguém gostaria de realizar, seu principal propósito é o acolhimento. O trabalho junto à liderança deve engajar, motivar e fazer com que o empregado sinta pertencimento ao estar na organização.

5 – Compreender para reter

É quase unânime entre os líderes empresariais que é cada vez mais complicado atrair bons talentos. Por conta da alta competitividade, os profissionais qualificados têm mais portas abertas e o nome da empresa, por si só, não é mais tão atraente quanto já foi um dia. É importante, assim como oferecer, claro, bom salário e benefícios, criar um ambiente positivo e que estimule o colaborador a querer continuar na empresa.

“Quais são as insatisfações da equipe? O salário está abaixo do mercado? É preciso entender todos os pontos fortes e fracos de sua marca para oferecer soluções. Diante disso, converse sempre com seus funcionários, ofereça alternativas e melhorias para aumentar o bem-estar e a satisfação dos mesmos. Sempre com muita transparência. Outra sugestão é a aplicação constante de pesquisas de clima organizacional e também de entrevistas de desligamento, entendendo também os motivos que fazem um funcionário deixar sua empresa.”

6 – Tão importante quanto a experiência do cliente é a do time de trabalho

Sabe o famoso “primeiro é preciso fazer a lição de casa”? Do mesmo modo que se pensa com tanto afinco em como melhorar serviços e produtos para os consumidores, é fundamental trabalhar por uma melhor experiência para os funcionários.

“O importante é garantir sempre uma boa experiência dos nossos colaboradores, desde o momento em que eles ainda não são efetivamente da corporação (candidatos) até o momento de um eventual desligamento/aposentadoria. Para que essa experiência seja positiva, é necessário conhecer os diferenciais da empresa e os seus próprios funcionários, oferecendo um ambiente de trabalho com uma gestão humanizada e que permita a eles se sentirem motivados a crescer e a fazerem o seu melhor”, finaliza a Head de RH.

Por Bruno Piai

Fonte: Rh pra Você

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